30/11/13

Couve-flor Assada com Amêndoas

Ingredientes
3 colheres de sopa de azeite
1 cebola média em cubos pequenos
2 hastes de aipo, bem picado
150g de cenoura, em fatias de 0,5cm
100g de trigo descascado e demolhado
700ml de caldo de vegetais
200g de favas frescas e tenras, sem casca
½ ramo de estragão fresco, picado

Modo de Fazer
Ponha o trigo a demolhar em água morna durante 2 horas. Aqueça o azeite numa panela, junte a cebola e coza em lume brando durante 3 minutos. Acrescente o aipo, a cenoura e o trigo e deixe cozer durante 2 minutos. Junte o caldo e leve a uma fervura leve, até que o trigo esteja cozido, mas ainda ‘al dente’.

Adicione as favas e coza durante 3 minutos. Junte o estragão e coza durante mais 1 minuto.

Sopa de Favas, Iogurte e Menta

Ingredientes
450g de favas frescas e tenras, sem casca
30g de margarina
1 cebola média, picada
1 haste de aipo
2 colheres de sopa de arroz carolino
2 raminhos de tomilho fresco
1 litro de caldo de vegetais
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta preta moída, de fresco
115ml de iogurte tipo grego
3 colheres de sopa de menta fresca picada

Modo de Fazer
Separe 1/8 das favas, pique grosseiramente e reserve.
Numa panela, aqueça a margarina, junte a cebola e o aipo. Cubra a panela com a tampa e deixe cozer durante 10 minutos em lume brando.
Adicione o arroz e o tomilho e coza durante 2 minutos, sem tampa. Acrescente o resto das favas, o caldo, o sal e a pimenta. Leve a ferver, reduza para lume brando e coza até que o arroz esteja totalmente cozido.
Retire o tomilho e deixe arrefecer durante 3 minutos. Passe pela varinha mágica ou pelo passe-vite até obter um creme macio.
Antes de servir, aqueça a sopa em lume brando. Quando começar a ficar morna junte 1 colher de iogurte, a menta picada e a fava picada; mexa bem. Aos poucos, vá juntando o iogurte, 2 colheres de sopa de cada vez, até que esteja todo misturado na sopa e esta esteja quente.

Decore com um raminho de menta fresca.

MITO E REALIDADE



Estamos em pleno século XXI e a nossa sociedade, apesar de todos os avanços tecnológicos e científicos no campo da nutrição, continua dividida quanto a um tema que já vem sendo debatido há muito: um regime alimentar à base de alimentos de origem animal será de valor nutritivo e biológico superior a um regime baseado em alimentos de origem vegetal? Por detrás desta situação está a ideia de que a proteína de origem animal é de qualidade superior e, portanto, indispensável a uma boa alimentação. Quem segue uma alimentação isenta de alimentos de origem animal teria “carências nutricionais” que prejudicariam a sua saúde. Inclusivamente, há pessoas que pensam que as crianças precisam de alimentos de origem animal para se desenvolverem de forma equilibrada e saudável.

Bom, como há defensores de ambos os lados, vamos guiar o estimado leitor numa caminhada pelas “provas” existentes em favor de um ou do outro regime, a fim de que possa fazer a sua escolha, certamente a melhor para si e para os seus, de forma livre e informada.

À Procura de comida a sério

“Peixe não puxa carroça” é um provérbio português antigo que muitas vezes é usado para fazer troça das pessoas que não comem carne. Mas a verdade é que nem os bois nem os burros comem carne e conseguem puxar e carregar cargas pesadas! Há uma ideia generalizada de que os seres humanos precisam de comer carne para serem saudáveis.
Não podemos ignorar que a proteína é vital para a nossa alimentação. As moléculas que a formam são constituídas por aminoácidos que estão na base da construção, do funcionamento e da recuperação de todas as células do nosso organismo. Daí a importância de ingerirmos proteína de alto valor biológico, ou seja, proteína que contenha o máximo de aminoácidos possível. Dos vinte aminoácidos necessários para o funcionamento e restauração do nosso organismo, doze são fabricados pelo nosso corpo e oito são ingeridos a partir de fontes exteriores, na alimentação, sobretudo. São os chamados “aminoácidos essenciais”. E é aqui que surge a questão: Serão os alimentos de origem animal uma fonte de proteína de valor biológico superior à dos alimentos de origem vegetal?
Na verdade, se compararmos o valor nutritivo de um alimento cárneo isolado (um bife, por exemplo) com o valor de um alimento vegetal isolado (a batata, por exemplo), a carne é mais nutritiva e uma boa fonte de proteína; mas se tomarmos os alimentos em conjunto, a coisa muda de figura. Vejamos, no gráfico em baixo, o valor biológico (em aminoácidos essenciais) de alguns alimentos de origem vegetal. Nesse gráfico, partimos da hipótese (muito improvável!) de uma pessoa comer apenas um alimento vegetal dos onze que escolhemos até perfazer 2500 calorias diárias.
Mas, como com todas as coisas boas, podemos fazer mau uso das proteínas, quer ingerindo alimentos de má qualidade e, portanto, de pobre valor biológico, quer ingerindo-as em excesso, 
e isso traz consigo alguns problemas.
Por um lado, a maior parte das pessoas exagera nas suas necessidades de proteína. A Ingestão Diária Recomendada (IDR) são uns generosamente adequados 45 a 60 gramas. No entanto, a maioria das pessoas com um estilo de vida ocidental consome duas a três vezes essa quantidade de proteína de origem animal. Essas quantidades excessivas de proteína são problemáticas para os rins, promovem a gota e, dado que acidificam o sangue, fazem com que o cálcio seja retirado dos ossos para anular essa acidez. No gráfico em cima vemos o que acontece quando se ingere proteína em excesso.
Portanto, a ingestão excessiva de proteína é um dos fatores que leva à osteoporose.
Um problema ainda maior é a dose exagerada de gordura (principalmente saturada) e de colesterol. As pesquisas científicas têm implicado, de forma claríssima, uma alimentação rica em gordura e colesterol como a principal culpada das doenças assassinas ocidentais. E os alimentos que nos estão a fazer mal são, sobretudo, produtos de origem animal, como a carne, as aves, os ovos e os laticínios.
O problema é que, embora o corpo humano consiga alimentar-se de alimentos de origem animal, falta-lhe a proteção contra grandes quantidades de gordura e de colesterol. A gordura e o colesterol em excesso amontoam-se na corrente sanguínea e começam a aderir às paredes dos vasos sanguíneos. Gradualmente, com o passar do tempo, formam-se placas, as paredes das artérias engrossam e endurecem, as artérias ficam mais estreitas e a aterosclerose instala-se.
Em consequência, o fornecimento de sangue aos órgãos vitais diminui ou desaparece, e está montada a cena para muitas das doenças assassinas de hoje, como as doenças cardíacas, a hipertensão, os AVCs, a diabetes e vários tipos de cancro.
No gráfico em baixo vemos o efeito da mudança de uma alimentação rica em proteína animal para uma alimentação de origem vegetal, no que respeita aos níveis de colesterol no sangue.

Sempre se comeu carne…
Vamos olhar para o início do século passado. Não tínhamos muitas destas doenças relacionadas com a aterosclerose porque, em 1900, não comíamos carne várias vezes por dia, como fazemos agora. Naquela altura, cerca de 70% da nossa proteína vinha de alimentos vegetais. Hoje, obtemos 70% de produtos de origem animal, carregados com toxinas, gordura saturada e colesterol.

Naquele tempo, também criávamos os nossos animais de maneira diferente. As galinhas esgravatavam nos quintais e os porcos rebolavam-se nas poças de lama. Mas essas quintas idílicas e felizes foram substituídas pelas quintas-fábrica de hoje. Cria-se o maior número possível de animais no menor espaço possível e com a mínima despesa possível. A maior parte dos animais usados na alimentação hoje são criados em confinamento ou presos em jaulas, sem a prática de qualquer exercício. A carne desses animais pode conter até duas vezes mais gordura do que a de animais criados no campo ou em liberdade numa quinta normal.
Os animais ingerem e armazenam no seu corpo produtos químicos provenientes dos fertilizantes e dos pesticidas usados na sua alimentação. Hormonas, antibióticos e outros produtos químicos também são administrados de forma rotineira a animais em sistemas de confinamento intensivo para disfarçar o stresse e a doença e para acelerar o crescimento. Os resíduos desses poluentes acabam por chegar à cadeia alimentar. 
Para quem quiser ver as evidências, o grosso da literatura científica acusa a alimentação como a principal culpada dos problemas de saúde de hoje. E os principais acusados são os alimentos de origem animal.
Mas a mensagem está lentamente a passar: Hoje, nalgumas zonas do mundo, já se consome menos carne de vaca, ovos, leite gordo, queijo e manteiga do que há 10 anos, mas o consumo de carne ainda está a aumentar em países como Portugal e o Brasil.

Questão de estilo de vida

Milhões de pessoas em todo o mundo estão a viver bem comendo proteínas de origem vegetal. Eis algumas vantagens:
Vantagens para a Saúde
As pessoas que não comem alimentos de origem animal têm:
• Menos ataques cardíacos e AVCs.
• Menos problemas de excesso de peso.
• Menos colesterol.
• Menor pressão arterial.
• Menos diabetes.
• Menos hemorroidas, menos doença diverticular e melhor regularidade intestinal.
• Menos cancro da mama, da próstata e do cólon.
• Ossos mais fortes, menos osteoporose.
• Menos pedras no rim e na vesícula, e menos doenças renais e artrite gotosa.
• E tendem a viver mais tempo!
Vantagens Ambientais
A agropecuária é, no mundo, a indústria que mais destrói o ambiente.
Mudar para uma alimentação sem carne:
Pouparia água: São necessários cerca de 100 litros de água para produzir meio quilo de trigo, mas são necessários 100 000 litros
para produzir meio quilo de carne de vaca.
Protegeria as florestas tropicais: Produzir apenas meio quilo de hambúrgueres na Costa Rica envolve a destruição de 6 metros quadrados de floresta tropical, necessários para cultivar o alimento destinado aos animais.
Salvaria árvores: As florestas são cortadas para cultivar cereais destinados à alimentação de animais. Cada comedor de carne que muda salvará 4000 metros quadrados de árvores por ano.
Manteria a água limpa: Anualmente, o funcionamento dos espaços confinados para gado produz, por si só, mil milhões de toneladas de dejetos animais – uma fonte importante de poluição da água.
Vantagens para a Produção Mundial de Alimentos
As evidências contra a carne e contra outros produtos de origem animal estão a acumular-se à medida que as pesquisas no campo da nutrição confirmam que uma alimentação construída em volta de alimentos integrais de origem vegetal é não só adequada, mas também superior.
Os seres humanos não têm o instinto de matar.
Estamos mais preparados para salivar em frente de um cacho de uvas frescas do que diante de um naco de carne crua. É reconfortante saber que uma alimentação composta por fruta, vegetais, leguminosas e cereais está perfeitamente adaptada às nossas necessidades – anatómica, fisiológica e instintivamente.
Mas não é fácil examinar os nossos hábitos alimentares de toda a vida e descobrir que estão errados. Mas, se formos sábios, fá-lo-emos. E, se formos sábios, não olharemos para os matadouros nem para as indústrias em busca de comida a sério. Os sábios entre nós encontrarão comida a sério nas hortas e quintas da nossa terra.

Sumário

• A criação de animais para abate desperdiça meios alimentares que deviam ser usados para nutrir os famintos deste mundo e
esgota de forma dramática as nossas fontes de produção de alimentos, como o solo fértil e os lençóis freáticos.
• A criação de animais para abate devasta as florestas e outros habitats de vida selvagem, e despeja mais poluentes nos nossos lagos e rios do que todas as outras atividades humanas combinadas.
• A criação de animais para abate nas quintas-fábrica de hoje envolve o confinamento, o excesso de animais, a privação, a mutilação e outros abusos grosseiros, e a morte de perto de 9 mil milhões de animais inocentes e que sentem.
• O consumo de gordura de origem animal e de carne tem sido claramente relacionado com uma elevada incidência de doenças cardíacas, AVCs, cancro e outras doenças crónicas que incapacitam e matam mais de um milhão de pessoas por ano, nos países de língua oficial portuguesa do mundo.

Eliminando o hábito de comer carne

Muitas pessoas que fizeram da carne e dos laticínios o centro das suas refeições durante anos sentem falta de alguma coisa quando tentam organizar refeições sem carne. Durante algum tempo, as suas refeições parecem incompletas sem os alimentos cárneos.
Pode satisfazer o seu apetite comendo uma alimentação isenta de carne. Pode levar algum tempo a ajustar-se, mas este modo de comer acabará por se tornar aceitável e, depois, preferível. Se o prezado leitor desejar fazer a escolha de seguir um regime mais saudável, as receitas que lhe apresentamos todos os meses serão, certamente, uma ajuda preciosa para a preparação de refeições saborosas e nutritivas, isentas de alimentos de origem animal e seus derivados.

Seleção de alimentos

Mas também pode pôr em prática a sua imaginação e criar a sua própria ementa para um dia. Nesse caso, aproveite as orientações que lhe proporcionamos e construa as suas refeições à volta das categorias alimentares indicadas.

E agora decida, amigo leitor. Pelo melhor.

A sua saúde e a dos seus agradece!

Manuel Ferro

Redação S&L

*Adaptado de Hans Diehl, Aileen Ludington, Health Power, pp. 110-113. Gráficos adaptados de Neil Nedley, Proof Positive, pp. 147-166.

29/11/13

Quiche Lorraine (sem glúten)

Quiche sem ovos quiche sem leite mandiokejo quiche sem lactose
Versão vegana de um dos mais famosos pratos da cozinha francesa.

Ingredientes
1 xíc. de farinha de trigo sarraceno
1/2 de farinha de arroz
1/2 xíc. de castanha do pará
1 xíc de batata cozida e esmagada (para a massa)
1 col. chá de cmc
3 colheres de sopa de azeite de oliva;
Água gelada, o quanto baste
Alecrim e sal a gosto
3 xíc. de cogumelos Paris fatiados
1 1/2 xíc. de alho-poró (alho francês) fatiado
2 xíc de tofu esmagado
1/3 xíc de farinha de grão-de-bico
1/3 xic. de batata cozida e esmagada (para o recheio
3/4 de xíc de caldo de legumes caseiro
1 colher de sopa de missô
1 pitada de cravo em pó
1 pitada de noz-moscada
1/4 colher de chá de açafrão em pó
2 colheres de Mandiokejo em pó ou polvilho doce para o recheio
Mandiokejo firme para a cobertura
1/2 xícara de tofu defumado picado

Instruções de preparo
Para a massa:
Pré-aqueça o forno a 180° C.
Triture as castanhas até virarem farinha. Transfira para uma tigela e mistura com o trigo sarraceno e a farinha de arroz. Acrescente o cmc, o alecrim e o sal e misture.
Adicione a batata, duas colheres de azeite e, aos poucos, a água fria. Misture tudo até chegar num ponto em que possa modelar.
Unte uma forma com fundo removível com um óleo de sua preferência e forre-a com a massa. Faça furos com a ajuda de um garfo. Leve ao forno por 15 minutos.

Para o recheio:
   Refogue alho-poró no azeite em fogo alto. Adicione os cogumelos e o sal. Refogue por 5 minutos. Reduza o fogo e deixe cozinhar 15 minutos, mexendo sempre. Reserve.
    Processe o tofu, a farinha de grão-de-bico, a batata, o Mandiokejo em pó, uma colher de azeite, o missô e as especiarias, adicionando caldo de legumes aos poucos. A textura deve ficar cremosa. Acerte o sal.

Montagem:
Cubra a massa com o refogado de cogumelos e espalhe o tofu defumado picado; despeje por cima o creme de tofu. Finalize com o Mandiokejo e salpique alecrim.
Leve ao forno por 45 minutos.
Depois de cozida, deixe a quiche esfriar um pouco antes de desenformar e sirva quente ou fria.

Referências
Tradução livre e adaptações de Bia Gonzaga (Sushi da Bia)

Receita original e foto: http://antigonexxi.com/2013/04/11/latelier-vegetal-quiche-lorraine/

28/11/13

CUIDE DA SUA SAÚDE


Arroz de Salsichas com Açafrão

Ingredientes (4 pessoas)
1 fio de azeite e 1 cebola
3 dentes de alho e 100 g de ervilhas
1 cenoura, água e sal
1 c. (sopa) de açafrão e salsichas vegetarianas
3 g de arroz, 1 pimento e cebolinho.

Preparação
1.      Leve ao tacho ao lume com o azeite, a cebola e os alhos picados e deixe alourar. Junte as ervilhas, a cenoura aos cubos, água e deixe apurar por alguns minutos. Tempere com sal e o açafrão e junte as salsichas. Deixe ferver por mais quatro minutos.
2.      Reduza o calor, adicione o arroz, tape e quando estiver cozido junte o pimento cortado aos cubos. Vá soltando o arroz com um garfo. Transfira  para um prato de servir e polvilhe com o cebolinho picado.
Nota: vá soltando o arroz com um garfo ao longo da fervura, para que não fique empapado.

Bom apetite.

27/11/13

Polenta com Molho Bolonhesa de Soja


Polenta com Molho Bolonhesa de Soja (vegana)
Ingredientes

Para a polenta:
2 xícaras de fubá
2 xícaras de água
750 ml de água
4 dentes de alho picados
Azeite
Salsa e sal a gosto

Para o molho:

1 e 1/2 xícara de PTS fina
1 cebola grande
6 dentes de alho picados
2 xícaras de polpa de tomate
1 xícara de água
Azeitonas a gosto
Salsa a gosto
Azeite

Preparo

Polenta:
Em um refratário coloque o fubá e as duas xícaras de água, misture bem e deixe descansar por aproximadamente 10 minutos. Caso o fubá puxe toda água coloque mais para ficar "cremoso", reserve. Em uma panela refogue o alho no azeite. Quando dourar acrescente os 750 ml de água, acerte o sal. Assim que levantar fervura, vá colocando aos poucos o fubá hidratado, até engrossar. Deixe cozinhar por 10 minutos, sempre mexendo (tome bastante cuidado pois espirra). Se necessário acerte o sal novamente, coloque a salsa e reserve.

Molho:
Coloque a proteína de soja em um refratário e cubra com água, deixe hidratar por 10 minutos. Retire toda a água espremendo a proteína e reserve. Refogue a cebola picada em um pouco de azeite. Assim que começar a dourar coloque a polpa de tomate e 1 xícara de água. Depois que levantar fervura deixe cozinhar por 10 minutos em fogo baixo. Passado os 10 minutos, acrescente as azeitonas picadas, a soja hidratada e acerte o sal, deixe cozinhar por mais uns 5 minutos, também em fogo baixo. Para finalizar coloque o cheiro verde.

Batata Assada com Soja

Ingredientes:
Batata q.b.
Soja q.b.
Azeite q.b.
Caldo vegetal
Sal q.b.
Alho seco q.b.
Ervas aromáticas (manjericão Seco, Tomilho seco)
Levedura de cerveja
Dentes de alho q.b.

Preparação:
Leve ao lume uma panela com a água a soja com o sal. O alho em pó e o molho de soja e deixe cozer durante uma hora +/-. Depois de cozida escore-as.
Tempere-as com um molho (azeite, caldo vegetal, salsa, molho de soja, sumo de limão, levedura de cerveja, sal. Q.b.) e deixe a marinar +/- 20 minutos e reserve.
Descasque as batatas e corte-as em cubos grandes e polvilhe com as ervas aromáticas seca (tomilho, manjericão).

Misture as batatas e as sojas, numa bacia e envolve bem. Num tabuleiro coloque as batatas e soja e leve ao forno numa temperatura +/- 180®c durante cerca de 30 minutos ou até a batata estiver assada, mas vai sempre envolvendo no forno para não as sojas não se queimar e secar

Beringela com Tomate no forno

Beringela com Tomate no forno

Ingredientes:
Beringela
Tomate
Azeite q.b
Molho de soja q.b.
Sal q.b.
Ervas aromáticas (tomilho, Manjericão q.b.)
Maionese de soja q.b.

Preparação:
Cortar as beringelas em rodela e colocar de molho com a água e sal deixar +/- 1hora. Depois tira-se da água e deixa escorrer.
Tempere as beringelas, as rodelas tomate, com as ervas aromáticas, o sal, o azeite, molho de soja.
Num tabuleiro untado coloque as rodelas beringelas e por cima coloque uma rodela de tomate e por cima do tomate uma colher (chá) de maionese, e leve ao forno pré aquecido com uma temperatura de 180®c.

25/11/13

Batatas de Bombaim

Embora as batatas de Bombaim sejam uma receita quase desconhecida na Índia, este prato é muito popular nas ementas dos restaurantes indianos em outras partes do mundo. Esta receita de batatas de Bombaim é preparada com ghee, açafrão-da-índia, polpa de tomate e iogurte natural, além de panch poran que é uma mistura de especiarias e pode ser comprada em lojas asiáticas ou indianas ou feita por si a partir de quantidades iguais de sementes de cominho, sementes de funcho, sementes de mostarda, sementes de nigela e sementes de feno-grego. As batatas de Bombaim são um delicioso acompanhamento para os folhados de cogumelos.
Preparação: 5 minutos | Tempo de cozedura: 1h e 10 minutos

INGREDIENTES (4 pessoas)
1 kg de batatas firmes
2 colheres de sopa de ghee vegetal
1 colher de chá de panch poran (mistura de especiarias)
3 colheres de chá de açafrão-da-índia
2 colheres de sopa de polpa de tomate
300 ml de iogurte natural
Sal
Coentros, picados, para guarnecer
PREPARAÇÃO DAS BATATAS DE BOMBAIM
- Coloque as batatas inteiras numa grande panela com água a ferver com sal e deixe ferver, cozinhando depois em lume brando até estarem cozidas mas não muito tenras; o tempo depende do tamanho da batata, mas as de tamanho médio levam cerca de 15 minutos a cozer.
- Aqueça o ghee numa frigideira em lume médio e junte o panch poran, o açafrão-da-índia, a polpa de tomate, o iogurte e o sal. Deixe ferver e cozinhe destapado durante 5 minutos.
- Escorra as batatas e corte-as em 4 pedaços. Adicione as batatas à frigideira, tape e cozinhe brevemente. Transfira para uma caçarola à prova de calor, tape e leve ao forno previamente aquecido, a 180° C, durante 40 minutos, até as batatas estarem tenras e o molho um pouco espesso.

- Salpique as batatas de Bombaim com coentros picados e sirva imediatamente.