07/06/09

PUDIM DE COUVE-FLOR

INGREDIENTES
1 couve-flor cozida e 1 l de leite de soja
1 c. (sopa) de alga ágar-ágar em pó
2 c. (sopa) de amido de milho
Sal, pimenta e noz-moscada
1 tomate-chucha e 1 ramo de hortelã para decorar.

PREPARAÇÃO
1- Numa panela, misture a couve-flor aos ramos pequenos, o leite de soja, a alga ágar-ágar e o amido de milho. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Triture bem até obter um creme homogéneo.
2- Em seguida, leve ao lume, mexendo sempre até começar a ferver. Baixe um pouco o lume e continue a mexer, por mais cinco minutos. Remova do calor e deixe amornar.
3- Passe uma forma de chaminé por água fria e verta o preparado de couve-flor. Leve ao frio até solidificar.
4- Antes de servir, desenforme o pudim, mergulhando a forma em água quente até 2/3 da altura e vire para o prato de servir. Decore com o tomate cortado aos gomos e a hortelã.

Atenção
: antes de verter o preparado na forma, passe-a por água fria para que seja mais fácil desenformar.

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NÃO SIGNIFICA AUSÊNCIA DE PRAZER

Um assunto que anda na boca do povo é a alimentação. A mudança nos hábitos alimentares da população tem preocupado os especialistas (nutricionistas/endocrinologistas) e gerado discussões em torno de como trabalhar a consciencialização e a reeducação alimentar. Cuidar da alimentação sem deixar de lado os prazeres que a culinária nos proporciona é realmente um desafio, principalmente para aqueles que possuem hábitos alimentares pouco positivos ao organismo.
A proposta de uma alimentação saudável assusta, dado o facto de estar associada ao mito da ausência dos prazeres gastronómicos. Comer bem não é comer muito, assim como comer pouco, não é comer bem.
Na verdade, uma alimentação equilibrada não significa de forma alguma comer sem sabor e sem prazer, mas sim de forma equilibrada e de acordo com as suas necessidades nutricionais. Ao longo da vida, as necessidades nutricionais modificam-se e sofrem alterações de acordo com a nossa idade, estilo de vida e metabolismo. Uma alimentação saudável e equilibrada é essencial para a prevenção de doenças e para a manutenção e recuperação da saúde.
Para se obter uma alimentação balanceada, o primeiro passo é procurar um profissional da área da saúde capacitado a elaborar um cardápio adaptado ao seu estilo de vida e suas necessidades nutricionais, pois, cada um possui uma particularidade. O equilíbrio e o sucesso de uma boa alimentação estão na qualidade e na quantidade do que consumimos. Uma pequena alteração na rotina alimentar pode trazer grandes resultados aos que se propõe a melhorar a qualidade de vida através de algumas mudanças na alimentação.
A alimentação é considerada saudável quando possui os grupos de alimentos - carnes, frutas, verduras, legumes, cereais, leite e derivados e equilibrada quando estes alimentos oferecem quantidades balanceadas de nutrientes - carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e fibras. em porções adequadas para cada individuo.
Melhore seus hábitos alimentares adotando algumas mudanças no seu dia-a-dia e mantenha uma vida saudável e de boa qualidade:
Não adopte dietas radicais: procure sempre um especialista apto a elaborar um cardápio de acordo com as suas necessidades nutricionais;
Respeite a quantidade e a qualidade dos alimentos: Os alimentos devem ser ingeridos em quantidade e qualidade adequadas para suprir todas as necessidades nutricionais sem excesso de calorias. Cada pessoa precisa de um plano alimentar específico;
Evite a monotonia: Varie bastante dentre os alimentos de cada grupo. Invente novos pratos;
Coma sempre nos mesmos horários;
Alimente-se sem pressa;
Beba bastante líquidos entre as refeições (água): Mantenha o seu organismo hidratado. Água mineral e sumos sem açúcar (naturais);
Procure ter na despensa alimentos ricos em nutrientes saudáveis: barra de cereais, bolacha integral, fruta ou iogurte natural. Assim, terá sempre algo saudável para comer;
Utilize adoçante sempre que puder;
No supermercado: Evite ir às compras com fome, evitando assim as tentações das prateleiras. Sempre olhe a informação nutricional nos rótulos dos alimentos: calorias, quantidades de carboidratos, gorduras, fibras, sódio.
Movimente-se: Caminhadas regulares, ao menos 3 vezes por semana pela vizinhança, por cerca de 30 a 40 minutos auxiliam na melhora da qualidade de vida.
A quantidade de alimentos que cada pessoa deve ingerir depende do valor calórico total (VCT) que é o valor de energia que precisamos para viver.

05/06/09

ARROZ - DOCE DE SOJA

INGREDIENTES
2 dl de água e 1 c. (chá) de manteiga vegetal
Casca de 1 limão e 1 pau de canela
1 vagem de baunilha e 1 pitada de sal
100 g de arroz carolino e 7,5 dl de leite de soja
2 c. (sopa) de frutose e 1 c. (chá) de canela de pó

PREPARAÇÃO
1- Num tacho, coloque a água com a manteiga, a casca do limão, o pau de canela, a vagem de baunilha e o sal. Leve ao lume e deixe ferver. Em seguida, junte o arroz e deixe abrir o grão em lume brando.
2- Em seguida, vá juntando o leite, pouco a pouco, sem deixar levantar fervura. Quando estiver cremoso, remova do calor e misture a frutose. Aguarde que arrefeça e polvilhe com a canela. Sirva de seguida.

DIETA MEDITERRÂNICA

O azeite é uma gordura alimentar que não altera as suas características a temperaturas até 160º C o que permite usá-lo em todo o tipo de cozinhados, incluindo fritar.
Os fritos devem ser usados com muita moderação, só em dias especiais e como excepção.
Os alimentos fritos absorvem muita gordura, o que os torna mais calóricos, mas sobretudo – e esta será a razão principal - a carne e o peixe sujeitos às altas temperaturas da fritura produzem substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.
A dieta mediterrânica (DIAPOSITIVO 1) contém uma quantidade importante de antioxidantes, nomeadamente vitaminas E e C.
Os produtos agrícolas da dieta mediterrânica são indispensáveis. Regulam o funcionamento do intestino e são bons fornecedores de vitamina C. Nove características comuns nas dietas dos países mediterrânicos que pode e deve preservar:
1. Abundância em alimentos de proveniência vegetal (batatas, cereais, legumes, hortaliças, frutos secos e frescos). A farinha de trigo, usada na confecção de massas e de pão, tem constituído a base da alimentação destes povos. Ainda hoje, as populações do sul do nosso país, além de comerem o pão como acompanhamento, utilizam-no em muitos pratos da culinária regional (açordas, migas, sopas, ensopados...).
2. Os alimentos eram comidos frescos, da época e da região, sem qualquer processamento químico. Os produtos hortofrutícolas eram muito importantes. Os legumes, as hortaliças, as ervas aromáticas, as frutas frescas, muito ricos em vitaminas, minerais e enzimas antioxidantes, e os frutos secos, ricos em ácidos gordos polinsaturados eram consumidos com regularidade.
3. O consumo de margarina e manteiga era quase nula, sendo o azeite a principal gordura.
4. O consumo de queijo e iogurtes era baixo.
5. O consumo moderado de peixe, aves de capoeira e ovos - raramente se consumia mais de dois ovos por semana. Mesmo assim, era o peixe a principal fonte de proteínas na alimentação dos povos da orla mediterrânica, nomeadamente, a sardinha, mais tarde, o bacalhau seco.
6. A principal sobremesa era a fruta fresca.
7. O consumo de carne vermelha era muito limitado (só em épocas festivas).
8. O consumo de água (75% do nosso corpo é constituído por água).
9. O consumo de uvas; a pele da uva contém substâncias anticancerígenas e a grainha da uva é muito rica em antocianinas (compostos químicos com propriedades antioxidantes superiores às vitaminas).

04/06/09

TARTE DE AMEIXAS

INGREDIENTES
150 g de farinha de trigo integral
150 g de farinha de trigo e 150 g de açúcar amarelo
150 g de manteiga vegetal e raspa de sumo de 1 limão
1 ovo, 2 gemas e 1 kg de ameixas vermelhas
2 c. (sopa) açúcar mascavado
100 g de ameixas de Elvas

PREPARAÇÃO
1- Numa tigela, misture as farinhas, o açúcar, a manteiga, a raspa do limão, o ovo e as gemas. Amasse bem até obter uma massa homogénea. Molde uma bola e reserve no frio, por 15 minutos.
2- Entretanto, corte as ameixas em seis gomos e salpique com o sumo do limão. Reserve.
3- Tenda a massa sobre uma superfície enfarinhada e forre uma tarteira, previamente untada com manteiga e polvilhada com farinha.
4- Recheie com os gomos das ameixas voltados com a pele para baixo e polvilhe com o açúcar mascavado. Leve a forno quente, por 35 minutos. Findo o tempo, retire e deixe arrefecer um pouco. Desenforme e sirva de seguida acompanhada com as ameixas de Elvas.

Nota: 6 a 8 pessoas – 1 hora.

CRUMBLE DE MAÇÃ E BANANA

INGREDIENTES
2 maçãs, 2 bananas e sumo de 1 limão
100 g de farinha de trigo integral
150 g de miolo de amêndoa sem pele moído
150 g de açúcar amarelo e 100 g de manteiga vegetal

DECORAÇÃO
½ maçã e 100 g de frutos silvestres frescos

PREPARAÇÃO
1- Descasque e corte as maçãs aos cubos e as bananas às rodelas. Coloque numa travessa e regue com o sumo do limão.
2- À parte, misture com as mãos a farinha com o miolo de amêndoa, o açúcar e a manteiga e disponha sobre os frutos. Leve a forno quente, por 25 minutos. Sirva o crumble decorado com a maçã às fatias e os frutos silvestres.

01/06/09

MÉDICO PORTUGUÊS DESCOBRE ATÍDOTO CONTRA O CANCRO.

A descoberta é de um médico português
Pode um simples cogumelo eliminar o vírus responsável pelo cancro do colo do útero?
Um médico português provou que sim e explica-nos tudo sobre a sua descoberta!
Coriolus versicolor. Assim se chama um cogumelo que pode ser encontrado nas florestas europeias, no Norte da América e na Ásia e que, devido às suas características imunoestimulantes, já é usado na medicina tradicional chinesa há vários séculos. No nosso país, contudo, o coriolus versicolor começou a ser usado no tratamento do Papilomavírus Humano (HPV), o vírus responsável pelo cancro do colo do útero, há pouco mais de um ano. Os resultados são bastante positivos, podendo ser uma enorme esperança para muitas mulheres. Em Portugal, o cancro do colo do útero mata uma mulher por dia.
Tratamentos convencionais
Até há poucos anos, a única opção terapêutica para tratar mulheres infectadas com o HPV era a cirurgia e implicava a excisão ou ablação das lesões do colo do útero (retirá-las através de métodos cirúrgicos, como o laser ou a criocirurgia). Como explica José Silva Couto, chefe de serviço de Ginecologia do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, «não tínhamos capacidade de intervenção sobre a infecção viral propriamente dita».
«Tratávamos as lesões, mas não tínhamos segurança no tratamento da infecção viral, que induz a lesão», acrescenta ainda. As limitações são óbvias, uma vez que, «inicialmente, uma lesão pode ser pré-cancerosa, mas se persistir ou não for tratada pode levar ao cancro do colo», acrescenta.
Avanços na prevenção
No início deste século fez-se muita investigação ao nível da criação de imunidade do organismo, de forma a prevenir a doença: «Sabíamos que o estado imunitário do organismo era muito importante na erradicação da infecção. E em 2001/2002, as últimas novidades eram a vacina como preventivo primário, para evitar a infecção», refere o especialista.
O único senão era, e ainda é, o facto de as vacinas terem uma acção específica, ou seja, levam à produção de anticorpos dirigidos a apenas dois tipos de vírus, o 16 e o 18. «Estava a trabalhar na investigação da vacina contra o cancro do colo do útero quando me convidaram para participar num simpósio em Londres sobre os cogumelos coriolus versicolor e a sua acção imunoestimulante», recorda José Silva Couto.
«A grande vantagem deste cogumelo é possuir uma acção não específica, isto é, não se dirige apenas a uma estirpe de vírus, mas é capaz de criar imunidade contra todos os tipos de vírus. Foi a partir daí que fiquei seduzido pelo assunto e aceitei colaborar com um laboratório que me convidou para fazer um ensaio clínico», recorda.
Neste ensaio, 40 doentes com lesões de baixo grau seguiram um protocolo de tratamento que incluía seis comprimidos por dia durante um ano e exames regulares de três em três meses. Terminado esse prazo, 72,5 por cento das pacientes já não apresentavam lesões e em 90 por cento dos casos o vírus tinha desaparecido.

A SAÚDE E O EXERCÍCIO FÍSICO

Alongamentos
O que são?
Os alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior a sua flexibilidade. Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de actividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. O exemplo mais completo de inactividade gerando perda de flexibilidade muscular é a imobilização de um membro após uma fratura. Após algum tempo, ao retirar o gesso, ocorre a perda quase completa dos movimentos daquele membro. Quanto à actividade física, desporto de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a consequência directa desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas osteomusculares. Provavelmente, a queixa mais frequente encontrada tanto nos sedentários, como nos atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca. Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e do desporto, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes mesmo de iniciar uma actividade física. Esta acção prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Além disso, como não é raro que a prática de exercícios provoque dores musculares 24 horas após o seu término, alongar-se imediatamente após o exercício reduz o aparecimento da Dor Muscular Tardia. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos podem também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no autocarro, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, deve-se imediatemente realizar algum tipo de alongamento que resultará certamente em bem-estar.
Como alongar?
Antes de mais nada, é importante aprender a forma correcta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões desnecessárias. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando por 30 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves. O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar um pouco mais o músculo, evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. É a técnica chamada de alonga e contrai. De uma forma geral, devem ser preferidos os alongamentos estáticos, em detrimento dos dinâmicos, que são o resultado de movimentos amplos e bruscos dos músculos. Ao contrário dos alongamentos estáticos, os dinâmicos, ou também chamados de alongamentos balísticos, propiciam o desenvolvimento de lesões musculares.

21/05/09

TORTA DE MARMELADA

INGREDIENTES
180 g de manteiga vegetal
220 g de açúcar
4 ovos
200 g de farinha
50 g de miolo de amêndoa sem pele moído
1 c. (chá) de fermento em pó
150 g de marmelada light de compra (ou caseira)
Açúcar em pó para polvilhar

PREPARAÇÃO
1- Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado. Junte os ovos inteiros e envolva farinha, o miolo de amêndoa e o fermento. Amasse bem até obter uma massa homogénea.
2- Unte um tabuleiro com manteiga e polvilhe com farinha. Verta o preparado e leve a cozer, em lume forte, durante cerca de 20 minutos.
3- Findo o tempo estipulado, retire do calor e desenforme sobre uma folha de papel vegetal polvilhada com açúcar. Reserve.
4- Mexa um pouco a marmelada para que fique mais maleável e barre a massa cozida. Enrole com a ajuda do papel e reserve, durante algum tempo, até ficar bem firme. Retire o papel e disponha a torta numa travessa de servir. Polvilhe com açúcar em pó.

08/05/09

ESTÁ OBCECADA COM A SUA IMAGEM?

Quando nos olhamos ao espelho, é normal umas vezes acharmos que estamos com boa cara e outras não; afinal de contas, o nosso estado de espírito também varia. Mas quando encontrar defeitos se torna uma obsessão, isso já configura uma doença: o transtorno dismorfofóbico corporal (TDG) ou dismorfofobia. Trata-se de um quadro de não aceitação corporal que acarreta uma série de problemas psicológicos e que leva o indivíduo a esconder as partes do corpo indesejádas e/ou a procurar obsessivamente novas formas de melhorá-las. As pessoas com esta patologia acham que têm defeitos físicos graves, que tentam atenuar, apesar da doença as impedir de se sentirem satisfeitas. Nestas situações é importante procurar apoio psicológico ou psiquiátrico. Mas não se esqueça, uma das coisas fundamentais para se sentir bem, é comer de forma saudável, exercício e o meu conselho preferido; ler um pouco da Bíblia. Ela faz-nos sentir amados de Deus, e quando isto acontece começamos a gostar de nós. E isto leva normalmente, a barrar os nossos apetites; não comer bolos, estes têm demasiado açúcar, gorduras. Eu não sou nem pretendo ser exemplo, mas decidi cortar com o açúcar, tinha para os meus 1,70m, 85 kg, passei a ter 69-70 kg. Sinto-me feliz e sou homem!
Bom faça como quizer. A vida é sua, mas eu tenho este blogue porque quero o seu bem. Gostou?
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Coma bem, coma saudável.
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