04/06/09

CRUMBLE DE MAÇÃ E BANANA

INGREDIENTES
2 maçãs, 2 bananas e sumo de 1 limão
100 g de farinha de trigo integral
150 g de miolo de amêndoa sem pele moído
150 g de açúcar amarelo e 100 g de manteiga vegetal

DECORAÇÃO
½ maçã e 100 g de frutos silvestres frescos

PREPARAÇÃO
1- Descasque e corte as maçãs aos cubos e as bananas às rodelas. Coloque numa travessa e regue com o sumo do limão.
2- À parte, misture com as mãos a farinha com o miolo de amêndoa, o açúcar e a manteiga e disponha sobre os frutos. Leve a forno quente, por 25 minutos. Sirva o crumble decorado com a maçã às fatias e os frutos silvestres.

01/06/09

MÉDICO PORTUGUÊS DESCOBRE ATÍDOTO CONTRA O CANCRO.

A descoberta é de um médico português
Pode um simples cogumelo eliminar o vírus responsável pelo cancro do colo do útero?
Um médico português provou que sim e explica-nos tudo sobre a sua descoberta!
Coriolus versicolor. Assim se chama um cogumelo que pode ser encontrado nas florestas europeias, no Norte da América e na Ásia e que, devido às suas características imunoestimulantes, já é usado na medicina tradicional chinesa há vários séculos. No nosso país, contudo, o coriolus versicolor começou a ser usado no tratamento do Papilomavírus Humano (HPV), o vírus responsável pelo cancro do colo do útero, há pouco mais de um ano. Os resultados são bastante positivos, podendo ser uma enorme esperança para muitas mulheres. Em Portugal, o cancro do colo do útero mata uma mulher por dia.
Tratamentos convencionais
Até há poucos anos, a única opção terapêutica para tratar mulheres infectadas com o HPV era a cirurgia e implicava a excisão ou ablação das lesões do colo do útero (retirá-las através de métodos cirúrgicos, como o laser ou a criocirurgia). Como explica José Silva Couto, chefe de serviço de Ginecologia do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, «não tínhamos capacidade de intervenção sobre a infecção viral propriamente dita».
«Tratávamos as lesões, mas não tínhamos segurança no tratamento da infecção viral, que induz a lesão», acrescenta ainda. As limitações são óbvias, uma vez que, «inicialmente, uma lesão pode ser pré-cancerosa, mas se persistir ou não for tratada pode levar ao cancro do colo», acrescenta.
Avanços na prevenção
No início deste século fez-se muita investigação ao nível da criação de imunidade do organismo, de forma a prevenir a doença: «Sabíamos que o estado imunitário do organismo era muito importante na erradicação da infecção. E em 2001/2002, as últimas novidades eram a vacina como preventivo primário, para evitar a infecção», refere o especialista.
O único senão era, e ainda é, o facto de as vacinas terem uma acção específica, ou seja, levam à produção de anticorpos dirigidos a apenas dois tipos de vírus, o 16 e o 18. «Estava a trabalhar na investigação da vacina contra o cancro do colo do útero quando me convidaram para participar num simpósio em Londres sobre os cogumelos coriolus versicolor e a sua acção imunoestimulante», recorda José Silva Couto.
«A grande vantagem deste cogumelo é possuir uma acção não específica, isto é, não se dirige apenas a uma estirpe de vírus, mas é capaz de criar imunidade contra todos os tipos de vírus. Foi a partir daí que fiquei seduzido pelo assunto e aceitei colaborar com um laboratório que me convidou para fazer um ensaio clínico», recorda.
Neste ensaio, 40 doentes com lesões de baixo grau seguiram um protocolo de tratamento que incluía seis comprimidos por dia durante um ano e exames regulares de três em três meses. Terminado esse prazo, 72,5 por cento das pacientes já não apresentavam lesões e em 90 por cento dos casos o vírus tinha desaparecido.

A SAÚDE E O EXERCÍCIO FÍSICO

Alongamentos
O que são?
Os alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior a sua flexibilidade. Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de actividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. O exemplo mais completo de inactividade gerando perda de flexibilidade muscular é a imobilização de um membro após uma fratura. Após algum tempo, ao retirar o gesso, ocorre a perda quase completa dos movimentos daquele membro. Quanto à actividade física, desporto de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a consequência directa desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas osteomusculares. Provavelmente, a queixa mais frequente encontrada tanto nos sedentários, como nos atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca. Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e do desporto, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes mesmo de iniciar uma actividade física. Esta acção prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Além disso, como não é raro que a prática de exercícios provoque dores musculares 24 horas após o seu término, alongar-se imediatamente após o exercício reduz o aparecimento da Dor Muscular Tardia. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos podem também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no autocarro, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, deve-se imediatemente realizar algum tipo de alongamento que resultará certamente em bem-estar.
Como alongar?
Antes de mais nada, é importante aprender a forma correcta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões desnecessárias. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando por 30 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves. O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar um pouco mais o músculo, evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. É a técnica chamada de alonga e contrai. De uma forma geral, devem ser preferidos os alongamentos estáticos, em detrimento dos dinâmicos, que são o resultado de movimentos amplos e bruscos dos músculos. Ao contrário dos alongamentos estáticos, os dinâmicos, ou também chamados de alongamentos balísticos, propiciam o desenvolvimento de lesões musculares.

21/05/09

TORTA DE MARMELADA

INGREDIENTES
180 g de manteiga vegetal
220 g de açúcar
4 ovos
200 g de farinha
50 g de miolo de amêndoa sem pele moído
1 c. (chá) de fermento em pó
150 g de marmelada light de compra (ou caseira)
Açúcar em pó para polvilhar

PREPARAÇÃO
1- Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado. Junte os ovos inteiros e envolva farinha, o miolo de amêndoa e o fermento. Amasse bem até obter uma massa homogénea.
2- Unte um tabuleiro com manteiga e polvilhe com farinha. Verta o preparado e leve a cozer, em lume forte, durante cerca de 20 minutos.
3- Findo o tempo estipulado, retire do calor e desenforme sobre uma folha de papel vegetal polvilhada com açúcar. Reserve.
4- Mexa um pouco a marmelada para que fique mais maleável e barre a massa cozida. Enrole com a ajuda do papel e reserve, durante algum tempo, até ficar bem firme. Retire o papel e disponha a torta numa travessa de servir. Polvilhe com açúcar em pó.

08/05/09

ESTÁ OBCECADA COM A SUA IMAGEM?

Quando nos olhamos ao espelho, é normal umas vezes acharmos que estamos com boa cara e outras não; afinal de contas, o nosso estado de espírito também varia. Mas quando encontrar defeitos se torna uma obsessão, isso já configura uma doença: o transtorno dismorfofóbico corporal (TDG) ou dismorfofobia. Trata-se de um quadro de não aceitação corporal que acarreta uma série de problemas psicológicos e que leva o indivíduo a esconder as partes do corpo indesejádas e/ou a procurar obsessivamente novas formas de melhorá-las. As pessoas com esta patologia acham que têm defeitos físicos graves, que tentam atenuar, apesar da doença as impedir de se sentirem satisfeitas. Nestas situações é importante procurar apoio psicológico ou psiquiátrico. Mas não se esqueça, uma das coisas fundamentais para se sentir bem, é comer de forma saudável, exercício e o meu conselho preferido; ler um pouco da Bíblia. Ela faz-nos sentir amados de Deus, e quando isto acontece começamos a gostar de nós. E isto leva normalmente, a barrar os nossos apetites; não comer bolos, estes têm demasiado açúcar, gorduras. Eu não sou nem pretendo ser exemplo, mas decidi cortar com o açúcar, tinha para os meus 1,70m, 85 kg, passei a ter 69-70 kg. Sinto-me feliz e sou homem!
Bom faça como quizer. A vida é sua, mas eu tenho este blogue porque quero o seu bem. Gostou?
Mande-me um e-mail, isso me animará a trabalhar e a procurar mais receitas saudáveis.
Coma bem, coma saudável.
E não se esqueça de recomenar este BLOGUE aos seus amigos, afinal de contas, ele é o melhor que está alojado na Internet.

04/05/09

TOFU COM MOLHO DE BRÓCOLOS

INGREDIENTES
300 g de tofu
Sal e pimenta
Sumo de 1 limão
300 g de brócolos cozidos
1 dente de alho
200 g de farinha de trigo
5 dl de leite de soja
1 dl de azeite
Cidra de maçã
1 dl de cerveja e 1 ovo
1 c. (chá) de fermento
1 tomate-cereja para decorar
Óleo ou azeite para fritar
1 ramo de salsa.

PREPARAÇÃO
1- Corte o tofu às fatias com 0,5 cm de espessura e depois às tiras. Tempere com sal, pimenta e o sumo do limão.
2- Coloque os brócolos num copo misturador, com o dente de alho, 80 g da farinha de trigo, o leite de soja e o azeite. Triture com uma varinha-mágica e leve ao lume, mexendo sempre até engrossar. Retire e tempere o molho de brócolos com sal, pimenta e gotas de vinagre. Reserve.
3- Faça um polme, misturando a cerveja com o ovo, a restante farinha e o fermento. Envolva muito bem e passe as tiras de tofu. Leve-as a fritar em gordura quente, até ficarem douradas.
4- Retire e escorra sobre papel absorvente. Decore com o tomate-cereja e sirva com o molho de brócolos num recipiente à parte, decorado com coentros.

Cortar tofu: corte o tofu às tiras finas, para que fritem rapidamente e não encolham.
25 minutos
4 pessoas

RAVIÓIS DE ESPINAFRES

INGREDIENTES
MASSA
300 g de farinha de trigo de grão duro e 4 0vos
RECHEIO
100 g de espinafres em folha congelados
100 g de queijo ricotta
1 c. (sopa) de queijo parmesão ralado
Sal e pimenta
MOLHO
3 dl de natas de soja
1 c. (chá) de molho de soja
1 limão (raspa)

PREPARAÇÃO
1- Para a massa, misture bem a farinha com os ovos até obter uma massa homogénea e maleável. Se verificar que é necessário, adicione um pouco mais de farinha até conseguir tendê-la.
2- Faça o recheio, juntando, numa tigela, os espinafres previamente descongelados com o queijo ricotta e o parmesão. Tempere com sal e pimenta.
3- Entretanto, tenda a massa bem fina e corte quadrados com 5 por 5 cm. Disbribua por metade da quantidade dos quadrados uma noz do preparado anterior, reservando o restante para a decoração. Cubra com os quadrados que sobraram e pressione bem em volta do recheio. Coza os ravióis em água fervente e abundante até que flutuem.
4- Para fazer o molho, coloque numa frigideira as natas com o molho de soja e a raspa do limão. Deixe ferver um pouco. Rectifique os temperos. Disponha os ravióis num prato, regue com o molho e decore com o recheio que reservou.

30 minutos
4 pessoas.

Cortar: com a ajuda de uma carretilha, corte os quadrados de massa para formar os ravióis.

01/05/09

SUFFLÉS DE LARANJA E AMÊNDOA

INGREDIENTES
2 laranjas grandes (raspas e sumo)
2 c. (sopa) de farinha de arroz
40 g de miolo de amêndoa moída
80 g de açúcar mascavado
1 c. (sopa) de licor de laranja
6 claras.

PREPARAÇÃO
1- Misture num tacho a raspa e o sumo das laranjas, a farinha de arroz, o miolo de amêndoa, o açúcar e o licor de laranja. Leve a lume brando mexendo sempre até espessar retire e deixe arrefecer, mexendo para que não ganhe uma película grossa.
2- Já frio, envolva as claras batidas em castelo firme e distribua por dois recipientes individuais refractários. Leve a forno forte, durante 20 minutos. Retire e sirva quentes.

30/04/09

EMPADÃO DE TRIGO E RICOTTA

INGREDIENTES
1 l de água
250 g de trigo para kibe
20 g de alga hijiki desidratada
2 dl de azeite
Sal e pimenta
300 g de espinafres cozidos
200 g de queijo ricotta
50 g de nozes picadas
0,5 l de natas vegetais
150 g de brócolos cozidos picados
1 c. (chá) de salsa picada
2 c. (sopa) de pão ralado.

PREPARAÇÃO
1- Junte a água ao trigo e deixe de molho durante cerca de sis horas. Entretanto, demolhe as algas em água fria durante cerca de três horas. Findo o tempo, não escorra o trigo e tempere com metade do azeite, sal e pimenta. Reserve.
2- À parte, misture bem os restantes ingredientes, com excepção do pão ralado. Tempere com sal e pimenta e adicione as algas picadas.
3- Num recipiente de forno faça camadas alternadas com o trigo para kibe temperado que reservou e o preparado de espinafres. Termine com o trigo e alise.
4- Polvilhe com o pão ralado e regue com o restante azeite. Leve ao forno, por cerca de 40 minutos a 200º C. findo o tempo estipulado, retire do calor e sirva de seguida.

Conselho: Alise bem a última camada de farinha de kibe para que, ao cozer, não saia humidade e o empadão fique mais suculento.

1 hora
8 pessoas

29/04/09

BABÁS DE GENGIBRE

INGREDIENTES
(Massa)
250 g de farinha de trigo
50 g de farinha de trigo integral
30 g de fermento biológico
50 g de açúcar e 4 ovos
150 g de manteiga vegetal amolecida.
(Calda)
1 pedaço de gengibre
2 dl de água
1 pau de canela e 80 g de frutose
(Recheio)
1 dl de natas vegetais frias
20 g de frutose

Nota:
1 hora
8 unidades

PREPARAÇÃO
1- Para a massa, amasse as farinhas com um pouco de água e o fermento até a massa se soltar da tigela. Junte o açúcar, aos poucos, e os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição. Por fim, incorpore a manteiga amolecida e amasse até obter uma massa homogénea.
2- Transfira a massa para oito formas individuais, previamente untadas cm manteiga e polvilhadas com farinha. Deixe levedar. Aqueça o forno a 180º C e leve a cozer, por cerca de 30 minutos.
3- Para a calda, coloque, num tacho, o gengibre descascado e cortado com a água, o pau de canela e a frutose. Deixe ferver por uns minutos.
4- Retire os babás do forno e desenforme-os. Em seguida, passe-os pela calda, escorra e deixe arrefecer. Cote-lhes uma tampa e escave um pouco.
5- Entretanto, faça o recheio, batendo bem as natas com a frutose. Recheie os babás e sirva acompanhados com a restante calda à parte.